Chega pelo WhatsApp
O paciente escreve ou manda áudio no número da clínica. O sistema identifica quem é pelo telefone — inclusive pelos números extras cadastrados.
Coloproctologia · Cirurgia Bariátrica · Manaus
A plataforma da CADOM recebe o paciente no WhatsApp, responde com uma assistente que conhece as regras da clínica, organiza a agenda dos médicos e mostra para a equipe tudo o que está acontecendo — em tempo real.
01 · Visão geral
O paciente escreve ou manda áudio no número da clínica. O sistema identifica quem é pelo telefone — inclusive pelos números extras cadastrados.
A assistente de IA responde dúvidas com as regras reais da CADOM: convênios, endereço, preparo, horários dos médicos.
O que a IA pode marcar (ligadura, SIBO), ela marca sozinha. O resto — particular, cirurgia, casos delicados — vai para a recepção.
Cada conversa aparece no painel, com humor do paciente, resumo e etapa. A recepção assume quando precisa.
O agendamento vira uma Ordem de Serviço: dia, médico, convênio ou particular. Na véspera, o lembrete sai sozinho.
Comparecimento, faltas, faturamento e campanhas aparecem no Dashboard para o dono decidir com dados.
02 · Conversas
É o “livechat” da clínica. Cada atendente vê as conversas organizadas por situação, responde pelo próprio computador e o paciente recebe no WhatsApp normalmente.
/ e escolha um texto pronto. Ou peça à Atena, a IA da agenda, direto do chat.03 · O chat por dentro
Três colunas: à esquerda, a lista de conversas; no meio, a conversa aberta; à direita, a ficha do contato. No celular, uma tela de cada vez — e o “voltar” do Android fecha a conversa, sem sair da mesa.
Sofia: a IA está atendendo e ninguém assumiu — é a vitrine, todos veem. Fila: a IA passou para uma pessoa; sem dono, todos veem. Humano: uma pessoa está atendendo. Todos: tudo o que é seu (o dono vê a clínica inteira). Cada conversa mostra o número (W1), quem atende e o humor.
Assumir “pesca” a conversa da vitrine para você — a Sofia segue até você escrever. Devolver para a IA entrega de volta. Transferir passa para outra pessoa com o motivo anotado. Finalizar encerra: o atendimento vai para a sua lista de Finalizados do dia.
Quem escreve “oi”, “tudo bem?”, “queria marcar” em sequência recebe uma resposta: o sistema espera a pessoa terminar. Áudio vira texto na hora (o balão mostra “Transcrevendo…”), e vários áudios seguidos também são respondidos juntos. Foto e documento vão para a equipe ver. Fora do horário, a Sofia avisa quando a equipe volta.
Emojis; anexo de documento, foto ou vídeo com prévia e legenda antes de sair (ninguém manda o arquivo errado num clique); microfone para gravar áudio; e respostas rápidas: digite / e escolha — {nome} vira o primeiro nome do paciente sozinho.
Ao lado das respostas rápidas fica a Atena, a IA da agenda. Pergunte “tem vaga sexta para ligadura?” ou peça “remarca a Ana para quinta”: ela consulta e age na agenda com as mesmas travas da tela. A conversa com ela é só sua — o paciente não vê.
Dados CRM (telefones, pacientes, convênio), Humor lido pela IA, Resumo do atendimento — escrito pela IA ao finalizar, sem nenhum dado clínico — e Observações internas da equipe.
O rascunho fica salvo por conversa e por atendente (a Kemelly não vê o que a Débora deixou escrito). Mensagem que não saiu ganha o selo “Não entregue” com o botão de tentar de novo. E cada pessoa tem suas listas: Finalizados do dia e Agendamentos que acompanha.
04 · Sofia, a recepcionista de IA
Ela espera o paciente terminar de escrever (ou de mandar áudios), lê tudo junto e entende o pedido inteiro. Áudio vira texto. Enquanto conversa, a IA marca o humor e a etapa do atendimento — a equipe vê quem está satisfeito e quem está ficando irritado.
Convênios (só Hapvida e particular), endereço, como marcar pelo app da Hapvida (letra G → Generalista de Doenças Proctológicas), dias dos médicos, colonoscopia, guias. Ela consulta a Base de Conhecimento a cada dúvida e repete o que está cadastrado — não improvisa regra.
Particular com o Dr. Sidney ou com a Dra. Ranielli? Ela passa o nome e o WhatsApp da secretária certa (cadastrados em Regras Cadom). Particular com outro médico, cirurgia, receita e atestado: recepção. Hapvida: o passo a passo do aplicativo.
Pede nome completo, nascimento e CPF, pergunta se a consulta é para a própria pessoa ou para outra (mãe, filho, avó) e anota convênio e carteirinha. Confere os dígitos do CPF, avisa se já existe cadastro igual e, se o nome parece com um paciente que já está ali, pergunta antes de criar outro.
Na CADOM: ligadura elástica e exame SIBO. Ela consulta os horários livres de verdade, oferece, e só reserva o que ofereceu (a oferta vale 2 horas). Depois envia o preparo exatamente como está no catálogo — se não houver preparo cadastrado, não inventa. Remarcar e cancelar passam pela Atena, com as mesmas travas.
As consultas importadas do PDF semanal aparecem para ela: quando o paciente pergunta “minha consulta está marcada?”, ela confirma dia, médico e que o atendimento é por ordem de chegada. Se ele escreve de um número que não está no cadastro, pede o nome completo e junta os cadastros.
Emergência (dor no peito, falta de ar, AVC) recebe orientação fixa para o SAMU 192 e alerta urgente para a equipe; risco de vida, CVV 188. Reclamação, pedido de uma pessoa, troca de número, foto de exame, dúvida clínica: ela passa para a recepção com o motivo anotado — e, fora do horário, avisa quando a equipe volta.
Uma equipe de IAs, cada uma no seu papel
Fala com o paciente. Simpática, objetiva, segue as regras da clínica e sabe a hora de chamar uma pessoa.
Cuida da agenda. A equipe pede pelo grupo ou pelo chat — “remarca a Ana para quinta” — e ela executa com as mesmas travas da tela.
O revisor. Confere o que a leitura automática não entendeu — como linhas difíceis do PDF da Hapvida — com um modelo mais forte.
05 · Motor de IA (Gemini)
Entra pelo WhatsApp (QR Code ou API oficial). Se o paciente manda várias mensagens seguidas, o sistema espera ele terminar e junta tudo num pedido só. Áudio é transcrito por um modelo feito para voz (Whisper), com o Gemini de reserva; foto e documento vão para a equipe.
No modo híbrido, quem digita um número navega no menu tradicional — resposta pronta, custo de IA zero. Texto livre vai para a Sofia. Enquanto ela conduz, “2” ou “15” são respostas a ela; “menu”, “0” ou “voltar” trazem o menu de volta.
Seis regras escritas em código rodam antes de qualquer IA, porque não podem depender de “interpretação”: emergência (SAMU 192), privacidade/LGPD (pedidos sobre dados, não receber mensagens), troca de número, limite de uso por contato, anexos que a IA não enxerga e serviços complexos como cirurgia. O prompt pede; o código garante.
A Sofia recebe só o necessário: personalidade e regras de conduta, Regras Cadom, o índice da Base de Conhecimento, o horário da clínica, os pacientes deste contato (nome, idade, convênio — nunca o CPF) e as últimas mensagens. Texto longo, como as perguntas frequentes, ela busca só quando precisa: prompt curto é resposta mais rápida e mais barata.
A chamada vai para o Google Gemini, numa fila de modelos escolhidos para WhatsApp (até 8, selecionados automaticamente). Se um falha — cota esgotada, instabilidade — o próximo assume sem o paciente perceber; chave inválida pula o provedor inteiro. Cada chamada fica registrada com custo e tempo, e aparece em Métricas.
Para saber ou fazer algo, a IA chama uma ferramenta com travas no código: consultar informações, buscar serviços, consultar horários, reservar, cadastrar paciente, juntar cadastro sem número, pedir à Atena (remarcar e cancelar) e transferir para uma pessoa. Serviço marcado como “só recepção” é recusado pela própria ferramenta. O Aquiles revisa o que é difícil com um modelo mais forte.
A resposta é conferida antes de chegar ao WhatsApp: não pode dizer “agendado” sem reserva real; preço tem que bater com o catálogo; termos de bastidor (“o sistema”, “a Atena”) saem; a formatação é ajustada ao WhatsApp; dado sensível é mascarado.
Em chamadas curtas e separadas: leitura do humor e da etapa (o cartão do quadro de atendimento anda sozinho), resumo ao finalizar e memória do contato. Tudo sem dado clínico.
07 · Agenda
Lista do dia ou calendário do mês. Clique em qualquer dia e o painel ao lado mostra todos os atendimentos dele.
08 · Importação Hapvida
O relatório “Consultas marcadas” da semana, direto na Agenda.
Quantas consultas por médico, quem é novo, quem veio sem telefone (com PDF para conferir).
Pacientes e consultas entram na agenda, sem duplicar. Reimportar o mesmo PDF não repete nada.
Paciente sem telefone? Dá para cadastrar “sem número”. Quando ele escrever no WhatsApp dizendo que tem consulta pela Hapvida, a Sofia pede o nome completo e junta o cadastro ao número real.
09 · Contatos e pacientes
O contato é quem fala no WhatsApp. O paciente é quem é atendido. A filha que marca para a mãe e para a avó fica num contato só, com três pacientes. Sem prontuário: só dados administrativos.
10 · Cadastro
A Sofia pergunta nome completo, nascimento e CPF durante a conversa e cria o paciente no contato de quem escreve.
Em Contatos: novo contato pelo telefone, e dentro dele os pacientes. Também ao marcar um horário: “+ Novo paciente”.
A importação semanal cria contato e paciente (com a carteirinha) para quem ainda não existe — e reaproveita quem já existe.
Veio no PDF sem telefone? Entra “sem número”. Quando escrever no WhatsApp, a Sofia confirma o nome e junta ao número real.
Novo paciente · contato (92) 9•••• -1234
Paciente cadastrado no contato
11 · Profissionais e catálogo
12 · Atendentes
13 · Dashboard e campanhas
Números ilustrativos — no sistema, cada um vem dos atendimentos reais.
Escolha o público (ex.: quem não volta há 90 dias), a IA escreve variações da mensagem e o envio acontece aos poucos, dentro de uma janela de horário. Quem pediu para não receber é respeitado sempre — e ninguém recebe duas campanhas na mesma quinzena.
14 · Conexões e Regras Cadom
Clique para alternar — no sistema é assim, por número.
15 · Segurança e LGPD
Imagine a lista de pacientes da clínica — nome, telefone, CPF e quem trata o quê em coloproctologia — circulando num print de WhatsApp. Para quem foi exposto, é constrangimento. Para a clínica, é processo, multa e reputação. Para o golpista, é matéria-prima.
Com nome, CPF e telefone, o golpista liga se passando pela clínica: “sua cirurgia foi remarcada, falta pagar a taxa no Pix”.
“E se vazar o CPF dos pacientes?”
Guardado com criptografia: no banco é um código ilegível. A tela mostra só os 2 últimos dígitos. Para achar CPF repetido, o sistema usa uma “impressão digital” do número que não permite recuperá-lo. E a IA nunca recebe o CPF — ele não sai da clínica nem para o provedor de IA.
“Diagnóstico exposto é constrangimento.”
Para a LGPD, dado de saúde é dado sensível (art. 5º e 11). A plataforma não tem prontuário, e os resumos e leituras de humor feitos pela IA descartam sintomas, remédios e diagnósticos. O que não está guardado não vaza.
“Quem mexeu nisso?”
Atendente vê os próprios atendimentos (você decide quem vê tudo). Cada pessoa tem login e senha próprios, e as alterações importantes ficam na auditoria: quem fez, o quê e quando. Ex-funcionária perde o acesso com um clique.
“O computador queimou. Perdemos tudo?”
Uma cópia do banco por dia, guardando as últimas 14. Apagou algo por engano, ou o equipamento falhou? Dá para voltar a um dia anterior.
A LGPD prevê multa de até 2% do faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração, além de tornar a infração pública e bloquear o uso dos dados (Lei 13.709/2018, art. 52). A multa dói. A manchete dói mais.
Plataforma CADOM · atendimento, agenda e inteligência artificial.
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